Domingo, pizza, tv.
Abaixo, um vídeo que eu gosto muito, do Titãs tocando “Toda a Cor” no Chacrinha.
Incrível como até hoje percebemos a forte herança carnavalesca do Chacrinha no programas de auditório. E a família adora.
E o Titãs, ein? Quanta diferença… (destaque para a dancinha sensacional do Arnaldo e Nando)
poSt: Gustavo
A Globo mandou o Chacrinha embora em 72 porque queria desvincular qualquer imagem popular de sua programação. Na época, a emergente emissora amiga dos militares estava crescendo e a preocupação por um público de elite vinha à tona. Dez anos depois tiveram que desembolsar um bom dinheiro para tirá-lo da Rede Bandeirates e trazê-lo de volta para preencher as tardes de sábado, órfãs de telespectadores (e anunciantes…). Chacrinha manteve seu Cassino na Globo até sua morte, em 88. E hoje, 20 anos depois, parece que o Plim-Plim desistiu mesmo de lançar um formato menos popularesco ou até mesmo inovador para seus programas de auditório, vide o rebordósia-da-mesmisse Fausto Silva. Fazer o quê? O próprio Chacrinha já dizia que “na TV nada se cria, tudo se copia”. Será que ele está se virando no túmulo agora?
Uma das coisas mais irritantes da globo é essa postura pseudo-elitista que ela mantêm sob um apelo popularesco camuflado.
Não dá pra entender como eles ainda mantem o formato (dançarinas, animadores, platéia “participativa”) tão mediocre e tão ultrapassado. A xuxa é uma velha q continua falando aquele carioquês ridiculo e odiando as crianças, o faustão, tb um gordinho, é igual a vários anos, e se orgulha de manter um programa “popular”, para a familia brasileira, que, afinal, não merece coisa melhor, não é??