Tinha que postar isso…. (deve ser bem melhor do que muito pelo por aí)
Pesquisadores encontram maconha mais velha do mundo
‘Tijolo’ de erva estava em túmulo de sacerdote na China.
Com cerca de 2.700 anos, maconha ainda manteve princípio ativo.
Cientistas analisam maconha mais antiga do mundo.
Um grupo de cientistas afirma ter encontrado em uma tumba na China o estoque de maconha mais antigo do mundo. O “tijolo” de 789 gramas de Cannabis sativa desidratada tem cerca de 2.700 anos e foi cultivado “para uso psicoativo”, de acordo com pesquisa publicada no “Journal of Experimental Botany”, da universidade britânica de Oxford.
Segundo os pesquisadores, a erva foi enterrada ao lado do corpo de um homem caucasiano, possivelmente um sacerdote da chamada cultura Gushi, que habitou a região noroeste da China.
Graças ao clima árido e solo alcalino, a maconha foi preservada. Após análise cuidadosa, os cientistas concluíram que mesmo após quase três milênios, a erva preservou seu princípio ativo.
”Até onde sabemos, essa é a amostra mais antiga que mostra a utilização de canabis como droga”, afirma o neurologista Ethan Russo, um dos autores do estudo.
Os pesquisadores não conseguiram determinar se, à época, a droga era fumada ou ingerida, já que não foram encontrados cachimbos ou outras evidências no túmulo do xamã, que teria morrido com cerca de 45 anos.
”Era comum enterrar as pessoas com objetos e mantimentos que poderiam ser utilizados na vida após a morte”, explica Russo.
Hoje chegou mais um post bem bacana no nosso email enviado pelo Daniel. Quem quiser participar do blog é só enviar para blog@kanafilmes.com.br
Valeu Branco.
Assistindo a esses programas evangélicos madrugadas a fora, me pergunto o quanto a solidão e o desespero levam as pessoas a atitudes extremas. Como acreditar em palavras vazias ditas em tons agressivos e histéricos por pessoas que se dizem porta-vozes de Deus e se auto-intitulam “pastores”, “bispos” ou “apóstolos”?
Há pouco mais de uma semana completou 30 anos o massacre de Jonestown, cidade construída no meio da selva da Guiana pelo pastor Jim Jones, fundador da igreja americana Templo do Povo. A idéia era construir uma comunidade auto-suficiente onde não houvesse interferência da sociedade capitalista. Pessoas abandonavam seus lares, muitas vezes vendendo suas casas (o dinheiro era automaticamente repassado à Jones) e partiam com suas mulheres, filhos, pais, mães e filhas, cachorros, gatos e galinhas para o meio da mata em busca de uma razão de viver. Mas Jim Jones não era exatamente um modelo de líder e no dia 18 de novembro de 1978 ordenou que “seu” povo, incluindo bebês e crianças, tomasse uma mistura de suco com cianeto em razão de complicações na sua “gestão”, incluindo proibições expressas de abandono da comunidade e o assassinato a tiros de um deputado americano e alguns jornalistas que visitaram Jonestown à fim de verificar se as notícias que chegavam na América de que Jones espancava seus fiéis em público e obrigava os habitantes da cidade que levava seu nome a praticarem sexo com ele procediam. Foram quase 1000 mortos num dos maiores suicídios coletivos já conhecidos.
A dica vai para o excelente documentário Jonestown: The Life and Death of Peoples Temple. Abaixo segue a seqüência legendada das 9 partes do documentário no You Tube, mais fácil e rápido de assistir, uma vez que é muito difícil achar o doc legendado para baixar na net.
Quando as pessoas tem sorte suficiente para viver dentro de uma história, de viver um mundo imaginário, as dores do mundo”real” somem. Pelo tempo que durar a história, a realidade deixa de existir.
Até que ponto vai nossa criação? Pra onde vai a nossa imaginação?
Achei essa foto. Perfeita pra colocar no blog. Perfeita para fazer um post.
Glauber e Rossellini, dois dos maiores mestres do cinema.
Poderia falar de tanta coisa. Mas que difícil. Preferi não pesquisar e saber qual o real motivo do encontro. Deixo esta conversa aberta para a imaginação. Mas se falaram de cinema deve ter sido sensacional.
Depois me bateu a nostalgia de uma época que não vivi (que estranho!)… Cadê os cabeçudos de hoje? Cadê a nossa arte? A arte da inspiração, que gera mudanças.
O já tradicional festival de rock Goiânia Noise, que está em sua 13a edição, terá, este ano, uma versão paulistana, o SP Noise, que acontecerá nesta sexta e sábado (21 e 22).
E é com muito prazer que anuncio a vinda do Vaselines ao festival, banda de Glasgow, Escócia, que existiu entre 1986 e 1990, não muito conhecida na época fora de lá, e que está de volta a ativa. Foi mais tarde que veio o reconhecimento pelo trabalho e composições de Eugene Kelly, grande ídolo de Kurt Cobain, do Nirvana, que gravou várias músicas do Vaselines, como “Molly’s Lips”, “Jesus don’t Want me for a Sunbeam” e “Sun of a Gun”.
Eugene Kelly dividia os vocais com Fances McKee, e os dois vem ao Brasil acompanhados de Stevie Jackson e Boby Kildea, do Belle e Sebastian (outra banda escocesa FODA!). Com certeza, será um puta show, no segundo dia de festival.
Já no primeiro dia, a atração principal é a banda canadense Black Mountain, que eu também terei grande prazer em ver. O Canadá, que sempre foi um pouco incosistente no cenário rock, vem produzindo muitas bandas legais, como já indicamos o Broken Social Scene, por exemplo, a alguns post abaixo. O Black Mountain, que lançou o segundo disco “In the Future” no começo do ano, é um ótimo exemplo da qualidade e criatividade que vem de lá. Recomenco bastante o primeiro disco da banda, “Black Mountain”, de 2005.
Abaixo, um clipe feito por Tom Heigl, fotógrafo da nova geração americana, de uma música muito boa deste primeiro disco (fora a música, o clipe vale pela fotografia).
Black Mountain – Don’t Run Our Hearts Around
E, como se não bastasse, a Banda americana Black Lips, animadinha e bem legal, que faz bastante sucesso na europa, também se apresentará no segundo dia de festival, abrindo com classe para o Vaselines. Ouça o som dos caras também!
SP NOISE Festival
21 e 22 de novembro
Eazy (Av. Marquês de São Vicente, 1767 – Barra Funda)
55(sex) e 65(sab) – antecipado
pontos de venda no blog do festival
Impressionante como, no cinema, as noções de tempo e espaço são totalmente distorcidas. Mergulhamos numa atmosfera paralela e a vivemos intensamente, com toda nossa emoção física e mental. E não estou falando de assistir filmes, mas de fazer cinema, das filmagens, produção. Jornadas homéricas de trabalho, horas de sono reduzidas a cochilos esporádicos, esforço braçal alterofilista, alimentação limitada e concentração intelectual exaustiva. “É uma puta entrega”, como diria nosso colega Filipe. E no fim? Aquele errinho que não nos deixa dormir, agora que podemos, ou aquele imprevisto que poderia ter sido melhor resolvido. Será que fizemos as opções certas? Será que bem representamos a atmosfera que criamos e convivemos em toda essa nossa entrega? E a resposta é, provavelmente, não. Não totalmente. E é ai que está a magia do cinema.
O que vemos na tela é um recorte quase infiel da magnitude daquele universo construído que ela projeta. Há muito mais nos filmes do que a captação inédita feita pelos olhos dos espectadores. Eles estão lá, passiveis à entrega física e mental, e é nessa hora que a consistência daquela atmosfera criada pelo esforço físico e mental do grupo nas filmagens (e ante) aparece, para fazer ou não cada um desses espectadores entregarem-se ao nosso suor. É a consistência do conjunto que mantém a compreensão livre e particular (“Cada um no seu Metro Quadrado, no seu Buraco Negro”).
Mas todas essas questões, dúvidas e ansiedades, só serão resolvidas com o filme pronto. Como bem reproduziu nosso outro colega André, durante o brinde de conclusão das filmagens, uma frase de Suzana Amaral: “o importante é colocar o filme na lata”.
E isso colocamos, em grande estilo.
cartaz de cena: Ana Franceschi
O curta-metragem “Metro Quadrado”, nova produção da Kana Filmes, em 16mm, acabou de ter suas filmagens concluídas, e deve ser lançado no início de 2009.
Não sei o que colocam no meu drink todo Sábado que faz de Domingo um dia tão difícil de encarar, será porque amanhã é Segunda? Quem vai dormir bem esta noite?
Para poucas coisas coloco minha mão no fogo. Uma delas é para o Jesus and the Mary Chain, que estará no palco hoje, às 20h30, no Planeta Terra. Gosto de (quase) todas as outras bandas que apresentarão hoje (as sérias né, não Mallu Magalhães ou Supla e seu irmão), mas o Jesus praticamente liderou o rock nos anos 90. E vai liderar hoje.
Aqui, um clássico, emocionante, que abre o disco Munki (1998).
The Jesus and the Mary Chain – I Love Rock ‘n’ Roll